Poemas em nome próprio
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Janelas de perspectiva infinda
Um diário livre


domingo, 5 de agosto de 2012

A casa

Tempo é de arrumar a casa

O primeiro passo é terminar a obra, inacabada
e a permanecer assim, sempre que pronta

Desenformar o olhar
remoldar concretamente a alma
alinhar os pensamentos móveis
varrer os sonhos esquecidos
espanar poeira de ilusões
o caos de teias imbricadas
podar os ramos e os sentimentos secos
encerar os desapegos

olhar pela janela afora e perceber
o que há dentro em mim


2 comentários:

  1. Respostas
    1. Eu Junia! Que bom ve-la por aqui! Ainda aguardo pelo poema que disse gostaria de publicar aqui... eu nao me esqueci...rs!

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